Criado em 2020, o Papo de Baile do Maisum surgiu como um movimento de reflexão e ação voltado para homens periféricos, entendendo que discutir masculinidades é uma etapa fundamental para transformar realidades sociais.
Desde o início, o projeto reúne homens de diferentes territórios para dialogar sobre temas como igualdade de gênero, afetividade, saúde emocional, responsabilidade social, violência, racismo e relações humanas. A iniciativa também utiliza a produção artística e o levantamento de dados como formas de fortalecer narrativas periféricas e ampliar a visibilidade dessas discussões.
Ao longo de sua trajetória, o projeto já alcançou milhares de pessoas direta e indiretamente, desenvolveu ações culturais e educativas, recebeu reconhecimento em festivais internacionais e consolidou uma rede de homens comprometidos com práticas de cuidado, empatia e transformação social.


Rodas de conversa
A metodologia do Papo de Baile do Maisum é construída a partir de quatro pilares principais: rodas de conversa, criação de produtos artísticos, levantamento de dados e permanência e acessibilidade.
Os encontros promovem espaços seguros e acolhedores para diálogos profundos sobre masculinidades, relações de gênero, saúde emocional, afetividade e desafios enfrentados por homens periféricos. Durante as atividades, são utilizados conteúdos artísticos, dinâmicas e exercícios de escuta e troca coletiva.
Criação de produtos artísticos
O projeto utiliza a arte como ferramenta de expressão e transformação. Os participantes desenvolvem produções artísticas relacionadas às discussões realizadas nos encontros, fortalecendo narrativas periféricas e incentivando novas formas de comunicação sobre masculinidades.
Produção e levantamento de dados
Permanência e acessibilidade
Os participantes também realizam pesquisas com homens de seus territórios através de formulários e entrevistas. As informações coletadas são organizadas, analisadas e transformadas em dados visuais e conteúdos públicos, contribuindo para ampliar o debate social sobre masculinidades periféricas.
A metodologia inclui ações de permanência e inclusão, como oferta de alimentação, bolsas de apoio e recursos de acessibilidade, garantindo maior participação e engajamento dos envolvidos.
HISTÓRIA
metodologia
MISSÃO
VISÃO
VALORES
Promover debates sobre masculinidades periféricas através da cultura, da educação e do diálogo, incentivando práticas de cuidado, equidade, saúde emocional e transformação social.
Construir uma sociedade mais justa, empática e igualitária, onde homens periféricos possam desenvolver novas formas de existir, se relacionar e participar da transformação dos seus territórios.
• Equidade de gênero
• Justiça social
• Escuta e acolhimento
• Valorização das narrativas periféricas
• Cultura como transformação
• Educação crítica
• Saúde emocional
• Coletividade e diálogo
ods relacionadas
O projeto contribui diretamente para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU:
"Há a possibilidade de ouvir novas histórias, ouvir outras realidades, possivelmente me identificar com essas outras realidades e construir a minha própria. Encontramos o primordial que tínhamos em comum, que era ser homem. Juntos, estamos formando e aprendendo a construir esse conceito."
Jota




